CNJ Arquiva Processo Contra TJ/RS


Buenas, pessoal. Como já era esperado, o CNJ arquivou o processo que estava travando o concurso para Oficial de Justiça do TJ/RS, validando assim a exigência de nível médio. A grade de disciplinas que serão cobradas em prova não deve ser alterada, porém a data provavelmente será empurrada para o dia 18 ou 25 de abril. Matenham-se focados, ainda dá tempo de ver toda a matéria, é só uma questão de organização. Muito sucesso e bons estudos.
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Hoje é Um Ótimo Dia Para Recomeçar


Queridos Amigos,




É uma alegria escrever-lhes!



Espero que estejam todos bem!



Os dias e as semanas que se sucedem aos concursos são quase sempre angustiantes na vida daqueles que não foram aprovados.



Falo por mim. Em minha história de concurseiro, o placar do jogo foi vergonhoso: 27 reprovações contra 6 vitórias...



Lembro-me – sem nenhuma saudade! – das sensações negativas que tantas vezes se achegavam depois de um insucesso, tomando conta dos meus pensamentos e jogando por terra meus últimos resquícios de ânimo e de esperança...



Eu sei, melhor que ninguém, a dor de não ver o próprio nome na lista dos aprovados!



Hoje, sou grato à vida, que me apresentou pessoas maravilhosas, que tinham sempre uma palavra de resgate naqueles momentos difíceis!



É por demais desgastante ver os dias, as semanas, os meses e os anos se passarem, ali, diante de você, sem que seu objetivo de vida se concretize!



O pior efeito disso tudo, o mais devastador deles, é quando a pessoa passa a crer que não é capaz. Não há autoestima que resista a este golpe!



Creiam-me: não sei disso tudo por ter ouvido de alguém.



Mas a vida, meus amigos, é um milagre!



Já pensaram nisso?



É um verdadeiro milagre que nós estejamos aqui neste momento, respirando, vendo, ouvindo, sentindo, sofrendo, amando, caindo, se reerguendo, rindo, chorando.



É um milagre que o pior dia de nossas vidas só dura 24 horas. E depois passa!





É um verdadeiro milagre que um sujeito como eu, que passou por tudo o que passei, esteja aqui a lhes dirigir estas palavras.



Você pode ter tido, até este momento, umas trinta reprovações em concurso. Mas eu lhe digo que só precisará de uma aprovação para esquecer toda a dor que este caminho já lhe causou!



Um único sucesso suplanta toda a dor e todo o fracasso!



Hoje não sou mais o rapaz que reprovou vinte e tantas vezes! Sou o auditor fiscal Sérgio Carvalho.



Percebem a diferença?



E não significam mais nada aquelas vinte e tantas reprovações!



Bastou um sucesso para mudar a minha vida e a de minha família.



Então, enquanto (milagrosamente) houver um sopro de voz em mim, não cessarei de repetir: valeu a pena! Valeu a pena! Valeu a pena!



Fiquem com Deus!


Texto de autoria do professor Sérgio Carvalho, hoje Auditor Fiscal da receit Federal; mas pode ser descrita como a história de milhares de concurseiros nesse Brasil.
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Direito Processual Civil - Vídeo-Aulas


    Buenas, pessoal: vamos recomeçar a guerra dos concursos. O ano de 2010 promete muitas alegrias para os concurseiros. São mais de 100.000 vagas previstas, fora o que não foi aprovado ainda. Os tribunais estão dando a tônica, pois teremos TRF da região sul, TRT do Rio Grande do Sul (previsto para julho), MPU e outros mais. Vamos iniciar com um curso em vídeo de Direito Processual Civil, da R2. Bons estudos!


        - Capítulo #1: Processo de Conhecimento - I 
  - Aula #1: Teoria Geral do Processo - Aspectos Básicos
  - Aula #2: Os efeitos da Citação e os motivos de Indeferimento da Petição Inicial
  - Aula #3: Prazos e competências no Direito Processual Civil
  - Aula #4: Causa de pedir e pedido
  - Aula #5: Tutela Antecipada
  - Aula #6: A resposta do réu - Primeira Parte - Contestação
  - Aula #7: A resposta do réu - Segunda Parte - Exceção e reconvenção, impugnação ao valor da causa, incidente de falsidade e ação declaratória incidental.
  - Aula #8: Revelia e litisconsórcio

  - Capítulo #2: Processo de Conhecimento - II 
  - Aula #1: Das Partes
  - Aula #2: Intervenção de Terceiros / Juiz / Auxiliares da Justiça
  - Aula #3: Processo e Procedimento
  - Aula #4: Processo de Conhecimento, Procedimento Ordinário
  - Aula #5: Julgamento conforme o estado do processo e Teoria geral da prova
  - Aula #6: Meios de Prova - As Provas em Espécie
  - Aula #7: Sentença
  - Aula #8: Coisa Julgada
  - Aula #9: Tutela Específica



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Ética e Política



   
   Sei que o foco deste blog não é propriamente a política, mas, tenho visto tanta barbaridade, que resolvi pesquisar sobre o assunto na internet. O texto abaixo reflete a minha opinião e a de milhões de brasileiros. 

A crise política sem fim e sem precedentes sugere algumas reflexões sobre o problema da ética na política. Nenhuma profissão é mais nobre do que a política porque quem a exerce assume responsabilidades só compatíveis com grandes qualidades morais e de competência. A atividade política só se justifica se o político tiver espírito republicano, ou seja, se suas ações, além de buscarem a conquista do poder, forem dirigidas para o bem público, que não é fácil definir, mas que é preciso sempre buscar. Um bem público que variará de acordo com a ideologia ou os valores de cada político, mas o qual se espera que ele busque com prudência e coragem. E nenhuma profissão é mais importante, porque o político, na sua capacidade de definir instituições e tomar decisões estratégicas na vida das nações, tem uma influência sobre a vida das pessoas maior do que a de qualquer outra profissão.
A ética da política, porém, não é a mesma ética da vida pessoal. É claro que existem princípios gerais, como não matar ou não roubar, mas entre a ética pessoal e a ética política há uma diferença básica: na vida pessoal deve-se esperar que cada indivíduo aja de acordo com o que Max Weber chamou a ética da convicção, ou seja, a ética dos princípios morais aceitos em cada sociedade já na política prevalece a ética da responsabilidade.
A ética da responsabilidade leva em consideração as consequumlências das decisões que o político adota. Em muitas ocasiões, o político é obrigado a tomar decisões que envolvem meios não muito nobres para alcançar os objetivos públicos. O político, por exemplo, não tem alternativa senão fazer compromissos para alcançar maiorias.
A expressão ldquoética da responsabilidaderdquo é uma forma mitigada do clássico princípio republicano de Maquiavel de que os fins justificam os meios. Para o grande pensador florentino, fundador do republicanismo moderno, o interesse público era o critério essencial, mas diferentemente do conceito de ética da responsabilidade, ele justificava praticamente qualquer meio desde que visasse o interesse público.
Nessa contradição entre os fins públicos e os meios existe um problema de grau. É claro que o político deve ser fiel à sua visão do bem público, mas não pode ser radical tanto em relação aos fins nem aos meios. Não pode acreditar que detém o monopólio da definição desse bem: o político democrático e republicano tem a sua visão do interesse comum, mas respeita a dos outros. Por outro lado, ainda que o uso de meios discutíveis possa ser justificado em certas circunstâncias, é evidente que não podem ser quaisquer os meios utilizados. É preciso aqui também ser razoável: alguns meios são absolutamente condenáveis e portanto injustificáveis. Foi por isso que Weber, ao invés de ficar com a ética de Maquiavel, preferiu falar em ética da responsabilidade, para poder enfatizar o fator grau na escolha tanto dos fins quanto dos meios.
O político deve agir de acordo com a ética da responsabilidade, porque essa é a única ética compatível com o espírito republicano. Um grande número de políticos, porém, não age de acordo com ela. Muitos agem imoralmente como temos visto nesta crise. Sugiro que, adotando os critérios anteriores, há três tipos de imoralidade na política: imoralidade quanto aos meios, quanto aos fins, e quanto aos meios e aos fins.
A imoralidade quanto aos meios é aquela que resulta de os meios utilizados serem definitivamente condenáveis. A imoralidade quanto aos fins é aquela que se materializa quando falta ao político a noção de bem público: ainda que seu discurso possa afirmar valores, ele realmente busca apenas seu poder ou seu enriquecimento, ou ambos. Neste caso configura-se o político oportunista, que não tem outro critério senão seu próprio interesse. Há certos casos, em que a imoralidade é apenas em relação aos meios, outros, apenas quanto aos fins, mas geralmente é uma imoralidade tanto os meios quanto os fins: o político usa de quaisquer meios para atingir seus fins pessoais. Neste caso temos a imoralidade absoluta, o oportunismo, radical.
Quando pensamos nos principais responsáveis pela atual crise moral, o que vemos é que poucos foram imorais apenas em relação aos meios, utilizando meios condenáveis como a corrupção e o suborno, mas se mantendo fiéis a seus valores. A maioria é constituída de políticos que traíram todos os seus compromissos e passaram a adotar políticas econômicas que até o dia anterior criticavam acerbamente. Não agiram de acordo com a ética da responsabilidade ou mesmo com a ética de Maquiavel, mas de acordo apenas com seu interesse em se compor com os poderosos ou com os que pensam serem os poderosos aqui e no exterior. Seu único objetivo era e continua a ser sua permanência no poder. Um desses políticos acabou de perder o poder em um dos episódios mais lamentáveis de nossa história o outro continua a fazer campanha como se não fosse responsável por nada. Esse tipo de política, porém, tem vida curta nas democracias.

 
Luiz Carlos Bresser Pereira

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Apostila Grátis Banrisul - Cenários Econômicos



Buenas, pessoal. Como está difícil conseguir material para a parte de Cenários Econômicos do concurso para o Banrisul, estou disponibilizando uma apostila que aborda todos os tópicos do edital relativos a esta disciplina.

CENÁRIOS ECONÔMICOS:
  1. Sistema Financeiro Nacional - estrutura e funções
  2. Autoridades Monetárias – estrutura e funções
  3. Mercado Financeiro 
  4. Mercado Bancário
  5. Mercado de Capitais (estrutura e funcionamento)
  6. Marketing de relacionamento e as instituições
  7. Falhas e recuperação de serviços
  8. Fatores de satisfação
  9. Governança corporativa
  10. Estratégias de segmentação
  11. Propaganda Bancária
  12. Diferenciação para os clientes private
  13. Influência do investimento em marketing nas vendas e rentabilidade dos bancos




Se preferir, leia a apostila antes de efetuar o download:



CONHEC BANCARIOS E DE MERCADO -
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Dez Dicas para Trabalho em Equipe




Cada vez mais se torna necessário conhecermos e implantarmos conceitos de gestão que valorizem o ser humano, considerando este o maior patrimônio da empresa. Então, nada melhor que seguir algumas dicas para que sejamos dignos de tal valorização.

Dica 1 – Tenha paciência

Muitas vezes é difícil conciliar opiniões diversas, principalmente quando se está em grupo. Dessa forma é muito importante que você tenha a devida paciência. Procure sempre mostrar os seus pontos de vista com moderação e ouça o que os outros têm a dizer, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Dica 2 – Aceite sempre as idéias das outras pessoas

Nem sempre é fácil aceitar novas idéias ou admitir em público que não temos razão, mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser muito melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

Dica 3 – Nunca critique seus colegas

Quando surgirem conflitos entre os colegas de grupo, é de vital importância não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as colocações do colega, com isenção total sobre suas impressões de caráter. Pode criticar (de forma construtiva) as idéias, nunca a pessoa.

Dica 4 – Saiba como dividir

Entenda que é muito importante dividir tarefas quando se trabalha em equipe. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Delegar, compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Dica 5 – Não deixe de trabalhar, colaborar

Não é por trabalhar em equipe que você precisa esquecer de suas obrigações. Lembre-se que dividir as tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente. Colabore.

Dica 6 – Mantenha uma postura participativa e solidária

Procure dar o seu melhor e ajudar os colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não se sinta constrangido quando precisar pedir ajuda à alguém da equipe.

Dica 7 – Mantenha o diálogo, sempre

Quando se sentir desconfortável com alguma situação ou função que tenha lhe sido atribuída, é importante explicar o problema para que seja possível achar uma solução que agrade a todos.

Dica 8 – Planejamento é essencial

Quando existem várias pessoas trabalhando em conjunto, a tendência natural é que se dispersem. O planejamento e a organização são primordiais para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. O importante é fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Dica 9 – Cuidado com o pensamento coletivo

Quando tudo já foi conversado e todas as decisões tomadas, é muito comum que um grupo coeso e homogêneo se torne resistente à mudanças e ignore outras opiniões. Quando isso ocorrer, o grupo deve ouvir opiniões externas e aceitar a idéia de que pode errar.

Dica 10 – Aproveite e divirta-se

No final de tudo, trabalhar em equipe pode ser uma excelente oportunidade de aprender com seus colegas e conviver mais próximo a eles. Todos ganham com a experiência.
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Vídeo-Aulas de Conhecimentos Bancários e de Mercado


     Depois de algum tempo procurando o restante do material que eu havia iniciado a postar para vocês, encontrei todas as vídeo-aulas em um só lugar. Agora posso disponibilizar o curso completo. Espero que seja de alguma ajuda. Bons estudos!

AULA 1


AULA 2

AULA 3


AULA 4

AULA 5

AULA 6

AULA 7

AULA 8

AULA 9

AULA 10

AULA 11
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Vídeo-aulas de Excel

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